Vem...Que ainda te espero
E em pensamentos te venero
Meu corpo em ti é sedento
Vem findar-me o tormento
Ouça que tenho saudade
Creia, disfarça a maldade
Toque-me em sedas
Despe-me em rendas
Vem...Que ainda te espero
Sem ciclos fechados, te quero
portas que se podem abrir
Janelas, janeiros a sorrir.
Vem que a sede me mata
Beber em beijos cascata
Canela, floral e pecados
Murmúrios em doces bocados
Ouça que tenho saudade
Creia, disfarça a maldade
Toque-me em sedas
Despe-me em rendas
Vem que o tempo já passa
Não há nada que tudo não possa
Não resistas, não esperes.
Vem deslizar em meu corpo suado
Cobrir-me em ritos sagrados
Busque-me, me encontres, não te percas
Que venhas então lorde amado
Não quero somente recados
Quero a ti, por ti somente
Vem que ainda te espero
Sem ciclos fechados te quero
Portas que se podem abrir
Janelas, janeiros a sorrir
Em vultos não quero o passado
Em vezes não quero o que é único
Desprendas, te rendas ao alado
Ensina-me, insone me guardes
Não quero o que explicas
Apenas que me toques
A chance que busco somente
Vem...renasce a semente
Germina e me seduz...
[Sandra Fichera]
Parabéns Querida Sandra pelo seu Aniversário,um beijo do tamanho do mundo
http://sandrafichera.blogspot.com/
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Viajantes
Viajantes do tempo, um barco.
Um lago no oceano em vias
Solitários em múltiplas companhias
Acompanhados enquanto sós
Somente... viajantes
Enternecidos, envolvidos
Em vestes, em vasos.
Em vultos, talvez...
Viajantes, sem pressa.
Turistas, revistas em vez.
Às vezes com fome
Tão ávidos imersos.
Desertos na sede
Tão certos na fonte
Em remos caminhos
Em ondas, espinhos.
Em sonhos, viagens.
Distantes, incertos
Instantes eternos
Viajantes. peregrinos
Em busca de caminhos
Envoltos no destino
A procura da cura
Do medo da chegada.
[Sandra Fichera]
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Amigo é
A minha Querida Amiga, a Poeta Sandra Fichera
Amigo é
Amigo é coisa gostosa de se ter
Cheiro de mato na manhã
Gota de orvalho no despertar
Amigo é pra se confiar!
Entregar seu coração em segredo
Sua alma em oração
Amigo é coisa gostosa de se ter
Flor de maracujá, rosa em botão.
Abraço em palavras veladas
Canção de ninar em mãos de mãe
Amigo é tudo e é só
Um universo em único ser
Estrelas que se podem pegar
Sóis que se podem guardar
Amigo é pura paixão
Gestos recíprocos, infinito momento.
Bocas cúmplices, cheiro de mar.
Ondas em rebento....
(poema de Sandra Fichera)
domingo, 20 de dezembro de 2009
Eu te Proponho
(Sandra Fichera)
EU TE PROPONHO...
Um Natal diferente, onde você se preocupe menos em DAR presentes e mais em ESTAR presente na vida das pessoas.
Que em vez de apenas cumprimenta-las, se importe realmente com elas.
Que ao invés de desejar paz, faça as pazes consigo mesmo e com algum inimigo.
Eu te proponho...
Que você se importe menos com o seu estomago e mais com seu coração, que subtraia velhos alimentos e os substitua por alimentos ricos... Materiais e espirituais
Que se preocupe menos com a sua arvore e mais com as florestas.
Que faça presépios em sua vida...
Eu te proponho...
Que sonhe, mas, que acima de tudo concretize.
Que divida para que some.
Que multiplique para que divida.
Eu te proponho...
[Autor: Sandra Fichera]
sábado, 5 de dezembro de 2009
Talvez...

Talvez um dia ainda haja tempo
De a esperança ser presente
Do futuro não ser um passado
Do muito que se perdeu.
Talvez um momento não seja breve
E o eterno não seja finito
Um dia talvez... Haja uma chance
De crescer pra ser criança
De despertar no grisalho amor
Talvez haja tempo de voar
Em terra firme e de firmar-se
Em etéreas nuvens
Talvez haja tempo...
De felicidades absolutas e
de infelicidades relativas.
Um tempo em que o sol não se ponha
Tempo de uma mão não dizer adeus
De um olhar não ser estéril
Um tempo em que o cinza seja mais azul
De vislumbrar o infinito horizonte
Que decerto despertará
Num novo tempo de acordar.
[Sandra Fichera]
De a esperança ser presente
Do futuro não ser um passado
Do muito que se perdeu.
Talvez um momento não seja breve
E o eterno não seja finito
Um dia talvez... Haja uma chance
De crescer pra ser criança
De despertar no grisalho amor
Talvez haja tempo de voar
Em terra firme e de firmar-se
Em etéreas nuvens
Talvez haja tempo...
De felicidades absolutas e
de infelicidades relativas.
Um tempo em que o sol não se ponha
Tempo de uma mão não dizer adeus
De um olhar não ser estéril
Um tempo em que o cinza seja mais azul
De vislumbrar o infinito horizonte
Que decerto despertará
Num novo tempo de acordar.
[Sandra Fichera]
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