A minha Amiga Patolas
Um hino à Amizade
Depois que fiquei sem a minha Mãe, o mundo desabou. Ela era de facto, a minha Família.
Nesta altura do campeonato, quando estamos fragilizados, não faltam “mãos amigas”, só que o Pai Natal, não entra em nossa casa montado no seu trenó e o Natal …..sinceramente não existe.
Existe para o pingodoce, leopoldina…e para as pessoas que não conseguem sustentar a amizade ao longo do ano e usam o Natal, para mostrar que são “boazinhas”.
Se Jesus nascesse de novo, o ser-humano voltaria a matá-lo, desta vez de forma mais requintada, podem crer.
Existe para o pingodoce, leopoldina…e para as pessoas que não conseguem sustentar a amizade ao longo do ano e usam o Natal, para mostrar que são “boazinhas”.
Se Jesus nascesse de novo, o ser-humano voltaria a matá-lo, desta vez de forma mais requintada, podem crer.
Mas no ano passado, tive uma grande prova de amizade: A minha Amiga Patolas.
Digo amiga, porque era mesmo Amiga, de quem a Patolas não gostava, mordia na canela, no seu caso era mais o calcanhar.
Foram sete meses, que vivi naquela casa (a Patolas era a cadela da senhoria) que tive das maiores provas de afecto de um ser, dito irracional e que não pedia nada em troca: A minha Amiga Patolas.
Foi a Patolas, que me fez companhia no 1º Natal que passei sem a minha Mãe.
Foi a Patolas, que me fez passar um Natal sereno e sem revolta.
Foi a Patolas, que me fez passar um Natal sereno e sem revolta.
Já não moro naquela casa e nunca mais a vi...saudades da Patolas, Amiga da minha vida.

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